Expectativas quanto ao futuro acordo sobre "abismo fiscal" continuam tomando conta das preocupações do mercado americano, em quanto isso na Europa a ajuda financeira a Grécia também é vista com cautela pelos mercados locais, já na Ásia, números vindos do japão decepcionam e mostram que a região também esta desacelerando com grandes preocupações agora para a China, que após as mudanças de liderança, tentarão manter seu crescimento voltado ao seu mercado interno.
A reunião Ibero-Americana, na Espanha, dá mostras da importância da gravidade da crise européia em sua profundidade e extensão e de como os países emergentes como o Brasil podem ajudar neste momento de difícil solução, onde a saída contemplada é a austeridade que inevitavelmente continuará levando os países do bloco europeu a aprofundarem a recessão em 2013.
As saídas adotadas para reversão do quadro atual europeu não são fáceis, pois as regras impostas nos ajustes fiscais talvez tenham um erro básico, não estão contemplando o tempo necessário adequado para que os devidos ajustes sejam eficazes em que governos locais juntamente com suas populações possam entender realmente a necessidade dos cortes e sacrifícios que deverão ser feitos, dentro de limites mínimos viáveis, para que as futuras gerações voltem a terem condições de esperanças e busquem assim o crescimento sustentado, agora com mais responsabilidades sobre seus gastos futuros.
O Brasil hoje demandador de mão de obra qualificada com um índice de desemprego muito baixo pode ajudar sim a Europa neste momento delicado, facilitando por exemplo um pouco mais a imigração de profissionais destes países em dificuldades, mas antes disso, deve tentar acabar com o assistencialismo criado de tantas "bolsas-auxílio", pondo fim a muito desses benefícios hoje sem sentido e colocando esta parcela beneficiada da população para produzirem, fazendo com que nossa economia continue crescendo no caminho sustentável .
Nenhum comentário:
Postar um comentário