O cenário político das últimas semanas deu ao tom econômico com a possível volta da confiança por parte dos investidores de um modo geral em um país que necessita crescer urgentemente e hoje se encontra teoricamente " barato" em relação ao seu potencial global.
Alguns indicadores econômicos ainda vão demorar um pouco para mostrarem a mudança do pensamento e do comportamento pessimista por parte dos cidadãos comuns, empresários, associações, etc, ficando como sempre, ao mercado financeiro, o papel de se antecipar as tais mudanças.
O possível desfecho político que se desenha no curto prazo já influência o Dólar, que por sua vez ameaça corrigir as distorções recentes e projeta se desvalorizar frente ao Real, que muito em breve, poderá testar facilmente o seu nível de R$ 3,00/U$ Americano.
Sendo coincidência ou não e para ajudar também na próxima onda otimista do Brasil, no qual é ainda muito dependente das commodities internacionais, tem ao seu favor agora, o preço do Barril de Petróleo (Crude Oil) sustentado no patamar de U$ 42,00, que também parece ter encontrado um novo piso no curto prazo.
Com isso, notamos a antecipação de ventos favoráveis futuros, gerando apostas otimistas entre os investidores e fazendo com que o mercado acinário nacional brasileiro no início de março/16, reverter-se o ciclo de baixa que durava 8 meses, e apontando agora para novos objetivos de preços, como o patamar de 61.000 pontos para Ibovespa.
Na economia real deveremos notar ainda a forte recessão ao longo deste ano, levando o PIB a registrar uma queda perto de 4%, mas com boas possibilidades de reversão destas expectativas, já no final de 2016, tanto para a queda dos Juros, bem como para uma inflação mais declinante, ajudada por um dólar mais estável e tendo como mais importante, a Provável volta da Confiança Nacional !
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